O GOLPE TECNOFORMA
(e a música a tocar)
O
organismo antifraude europeu OLAF fez duas coisas essenciais no caso TECNOFORMA.
Concluiu que houve uso indevido de fundos europeus.
Recomendou
explicitamente a recuperação de verbas indevidamente utilizadas e, a UE não só
investigou como pediu dinheiro de volta.
Cerca
de 6,7 milhões de euros de fundos europeus deveriam ser devolvidos esses
valores estavam ligados a programas como o Fundo Social Europeu, projectos de
formação (ex: programa FORAL).
O
OLAF não pode obrigar directamente à devolução.
Apenas emite recomendações. A decisão final cabe às autoridades
nacionais, no caso (Portugal)
No
caso TECNOFORMA a decisão de exigir devolução ficava nas mãos da
autoridade de gestão portuguesa.
Mas
o que aconteceu na práctica? O Ministério Público português arquivou o caso.
Alguns
factos prescreveram (ou seja, já não podiam ser punidos). Não há evidência
pública de que a devolução tenha sido efectivamente cobrada ou que tenha sido
executada judicialmente
Em
(2025–2026) não há notícias recentes de cobrança activa pela Comissão Europeia,
processos de recuperação em curso ou acções do tipo “Bruxelas exige pagamento
agora”. Ou seja, a recomendação existiu — mas não há sinais públicos de
execução recente.
E
portanto, haveremos de concluir que, Pedro Passos Coelho e o seu sócio Miguel
Relvas se abarbataram com os euros e nada mais aconteceu.
Tenho
dito!
(infos
obt em IA)