quinta-feira, 6 de julho de 2017

A TIA CHACHÃO (Cristas), o partido do táxi, os desaforos e as demissões ...

"Lisboa Menina e Moça" !!! Foi com este lindo e lisbonino Fado/Canção, com magnífico poema de José Carlos Ary dos Santos e interpretado desde 1993 por outro não menos grande, Carlos do Carmo que, encerrou a entrevista que a Tia Chachão deu hoje à Maria Flor Pedroso, no programa da manhã da rádio pública - Antena Um.

Que bom gosto, sensibilidade e bonito sentido lisbonês, tem a nossa querida Tia Chachão.

Aliás, não só a parabenizo pelo bom gosto, da musiquinha que nos deu, pois que foi sua a sugestão, como também pelo sentido de oportunidade, corriqueiro é bem certo, mas de uma putativa candidata a edil da capital.

A Tia Chachão foi de facto brilhante em todo o seu esplendor, dialogante, activa, muito expressiva. A excelente Maria Flor só falou quando lhe foi permitido. Acho mesmo que se resignou e deixou espalhar os kiwis todos, tudo como pretendia a entrevistada.

Ouvi tudo com rigor acústico, aturada paciência e, permitam-me, gargalhando sózinho de quando em vez. Como um tonto que não crê, não invoca o Santo nome de Deus em vão, que não vai em cantigas, mesmo aquelas que, como a Lisboa Menina e Moça o levam à comoção. Lindo Fado/Canção !!!


Lisboa menina e moça menina
Da luz que os meus olhos vêem tão pura
Teus seios são as colinas varina
Pregão que me traz à porta ternura


A Tia Chachão já não é moça, está bem de ver. E por isso, o seu destemor nas tolas reivindicações serão pouco aceitáveis sobretudo se atentarmos que, naturalmente, atrás de si, se desloca apenas um táxi com os militantes do seu partido. E não serão assim, por poucos, representativos de qualquer forma capaz de assegurar tanta intrepidez e exacção política, qual verborreia ou palanfrório prolixo que nada acrescenta para utilidade nacional.

A Tia não se enxerga. A Tia, por ridícula, assemelha-se à Parrachita, obra-pouco prima do grande Herman, especimen de feitio e forma mais ou menos humano, com carências intelectuais notórias, que regurgita disparates com frequência, sobretudo e ultimamente nas redes pouco sociais. 

Mas a Tia Chachão também não tem trambelho !!! A tia é uma incendiária inconsequente!!!

Ora pede, exige mesmo, do alto do seu poder de líder da partidarite doente, raiventa, a demissão de ministros, secretários, comandantes, vigilantes, presidentes, ora recusa a única atitude que lhe poderia fazer merecer algum respeito - a moção de censura parlamentar.

Mas não. A Tia, vitupera diáriamente, expele a toda a hora insólitos conceitos, ameaça, disparata e quer atenção. Vai a Belém, a Pedrógão, à missa das seis, comunga, acho que até se confessa (seguramente mentindo ao pastor) e tudo já lhe é permitido, pelo menos para que a nossa monotonia diária seja quebrada enquanto trabalhamos. E depois... rimos muito!!!

Que a Tia não se reforme, que não se demita de tão engraçadas intervenções "políticas" diárias para nos alegrar a existência. E assim passaremos um Verão quente, segundo as previsões do IPMA, muito mais divertido. A ponto até de, nem desejarmos que chegue Outubro...

Eu gosto da Tia Chachão ! É divertida, debita bacoradas, faz-nos rir e acredita, qual mitómana, que o que mente é tudinho, verdade ! Que divertido...

A Tia, na sua qualidade de candidata, devia usar a candura que a antiguidade exigia, a todos os que disputavam um cargo público.

Não, não é com o vestidinho dos kiwis que se deve apresentar. É branco, vestido ou mesmo túnica... branca !!! Aquele que disputa um cargo público e precisa angariar votos, deve vestir-se de branco para simbolizar a sua pureza. Dessa, no entanto, apressemo-nos a duvidar, especialmente a mental!!!

Assim mandavam as regras da demos kratos que certamente estudou.

Gosto da Tia Chachão!!! Viva Lisboa !!!

Carinhosamente

António Ventura /06.07.2017






terça-feira, 20 de junho de 2017

A CONSTANÇA URBANO DE SOUSA  com muito carinho e agradecimento!!!

Alguém com bom senso poderá criticar, nesta hora triste que todo um país vive, o comportamento de uma mulher, assediada e atacada por todos os lados…
Atacada pelas circunstâncias, pela tragédia que parece, pretender-se culpá-la.
Pelo drama humano que tem de enfrentar e solucionar das mais diversas formas, atenuando o sofrimento dos concidadãos.
Pelo ataque sistemático de grupelhos de ética e decência duvidosa. Pela autoridade que tem de exercer e que, até naturalmente poderá não ter a experiência necessária, dada a enormidade do flagelo e as reais capacidades dos seres humanos de que também faz parte.
Que vergonha para um Povo que nem se une, nesta dor imensa que afinal nos separa. Que porca a política que tanto veneno e mentira espalha.
Que tristeza paira nos olhos dessa mulher, nas últimas 72 horas que, com denodo e sacrifício, “mais do que permite a força humana”, se vai movimentando nas mais que exigidas conferências de imprensa, nos breefings, com a comunicação social, rádio, jornais, TV´s nacionais e estrangeiras, respondendo como pode às mais tolas e imbecis perguntas, muitas vezes exigindo-lhe resposta a situações que acabaram de surgir no minuto antes de começar a responder.
Que mais se poderá exigir a uma grande mulher, política é verdade, mas um sério membro do Governo do País que tudo dá, tudo e muito mais do será humanamente possível pedir-lhe.
Que forças do mal, que Diabo lhes terá entrado nas entranhas, para não terem sequer a humanidade, a ética, a seriedade  e o bom senso para compreenderem a tristeza que vai na alma desta mulher, serena, aplicada, voluntariosa e éticamente valorosa…
Se fosse católico, dir-lhes-ia – PERDOAI-LHES SENHOR QUE ELES NÃO SABEM O QUE FAZEM.
Porém, não é tanto o que fazem, pois nada fazem, nada fizeram e nada pretendem fazer.
O que me preocupa e me enoja verdadeiramente, é a vilania com que gente, parecendo séria, se permite desancar quem não se pode defender – A Senhora Ministra da Administração Interna, e demais membros da sua equipa, estão a trabalhar!!!
Estão a trabalhar há várias horas. Sem descanso, conforto e muito débil estado psíquico e físico, dado o esforço que vêm empreendendo.
Lamentàvelmente  a mentira de tanta vez repetida parecerá verdade.
Sejamos então sérios! Éticos… honestos nas atitudes e no pensamento.
A MINHA HOMENAGEM E AGRADECIMENTO À MINHA MINISTRA DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA CONSTANÇA URBANO DE SOUSA – Obrigado!!!

“Uma Nação Sem Ideal Desaparece Rapidamente da História”*
“Quero que saiba, Santidade, que nos quase 50 anos de serviço público, dei o meu melhor para embandeirar os direitos dos pobres e abrir portas de oportunidades económicas.”**

*Gustave Le Bon, in "As Opiniões e as Crenças"

**Carta que o senador Edward Kennedy enviou ao Papa, pouco tempo antes de morrer






ANTÓNIO VENTURA 20-06-2017

sexta-feira, 16 de junho de 2017

O REI, L´ HACIENDA e o direito a fugir ao fisco...

É bem verdade que o Sol não brilha para todos com o mesmo esplendor. 
E não é menos verdade que ninguém está acima da Lei, assim como nenhum poderá argumentar defesa quanto à sua própria prevaricação, invocando que os outros também prevaricaram.
No caso presente, terá a Hacienda do Reino, um basto trabalho para recolher tudo o que lhe é devido e, quanto a isso estará tudo muito bem.
Quando por aqui, nos deparamos com as diárias notícias de mais uns quantos milhões, escapulidos para um ou outro qualquer paraíso da Terra, seria bom não embandeirarmos em arco, pois há muitos mais do que nós que nem às notícias têm direito.
Quando me lembro que os súbditos nossos vizinhos há décadas que se vêm cotizando para alimentar os génios da corrupção e dos dribles à Hacienda de Sua Majestade, fico espantado com as notícias com que somos bombardeados (em todo o planeta, aliás) de meia em meia hora, de uma hipotética fuga ao fisco por parte do nosso Rei Plebeu, mas que amamos, pelo que é enquanto ser humano, desportista de enormíssimo valor, fidelíssimo cidadão luso, qual porta-bandeira (que aliás faz questão de frequentemente abraçar), simples mas eficaz no que faz e mostra e para isso trabalha.
A questão é simples. A notícia, por insistente e por nos entrar pelos olhos e ouvidos com tamanha força, é fake, ou tendenciosa.
Mas, quem me ler aqui dirá que, estou inocentando ab initio, o fujão do Cristiano dos Santos Aveiro que, depois de tantos milhões ganhos em contratos, salários, imagem, prémios e botas de ouro, não se digna cumprir em tempo devido as suas obrigações fiscais. Mas não!!!
O que me incomoda é apenas o facto de se pretender "crucificar" quem não é crucificável. O Rei não se crucifica.
Cristiano Ronaldo jamais será condenado pela justiça fiscal de Espanha, a qualquer pena de privação da sua liberdade. Mas a notícia dos sete ou dez anos de prisão que é susceptível de vir a ser condenado, diz-se, serve apenas para vender jornais, chamar a atenção para o conjunto da bosta das programações televisivas, com jornalistas tolos, petulantes e opinativos ou, outros mais que se vendem por outros quinhentos.
E quando afirmo que a pena de prisão jamais será sentença, fundo-me na convicção de que, mesmo se houvesse caixas de robalos à mistura em tão intrincado processo fiscal, Cristiano como outros, jamais cairia na prisão. 
Na Ibéria é assim !!! 
E para garantir, o seu Mandatário sabe da poda.
Cristiano anuncia hoje a sua intenção, irrevogável vejam bem, de deixar Espanha. Provàvelmente no fim do contrato que o liga ao Real Madrid.
Que dor de cabeça para Florentino Peres... que terá dificuldade, a ser verdade, em recuperar mais duzentos ou trezentos milhões da transferência.
Mas, nada disso !!!
Agora que passei a Colega do bando de comentadeiros desportivos, que diáriamente nos infectam os écrans de TV com prosápias tolas, asneiradas e petulâncias engravatadas, também eu me permito agora ser futurólogo. 
Acho que Ronaldo não vai preso!!! 
Acho que, ao haver alguma falha no cumprimento fiscal... já prescreveu!!! 
Acho que sair de Madrid é bem possível... um dia!!!
E só mais um pouquinho de futurologia...
Não é por uma qualquer caixita de robalos que alguém irá bater com os costados à Carregueira.
Rajoy não tem culpa nenhuma. O PP, ou "el PP" só tem gente séria e, por isso há quem diga - Donde hay gobierno estoy contra !!!

VIVA EL REY !!!

(António Ventura 16.6.17)










quarta-feira, 29 de março de 2017

UExit - O que a nomenklatura não entendeu é que estamos fartos.

Roma, 25 de Março de 1957 ou a Roma sitiada em 25 de Março de 2017

O que a nomenklatura não entendeu é que estamos fartos. E isso é mau (?) perguntar-se-á... talvez sim, talvez não.

Verdadeiramente, estes quinhentos milhões que um dia decidiram seguir juntos no seu futuro económico, social, fraterno e próspero, mal sabiam que, todos estes simples e humanos interesses comuns poderiam ficar, em sessenta anos, à mercê de uma secta que, inábilmente se apoderou das suas vontades, desígnio e futuro.

Não será difícil entender que os europeus, todos nós que nos juntámos, confiadamente ao longo de seis décadas, ambicionámos olvidar os conflitos e as diferenças, preparando e projectando o futuro de paz e progresso, conjuntamente. Enfrentando os riscos e as vantagens da globalização, estes quinhentos milhões de seres, optaram como indispensável a União, como elemento fundamental, aglutinador, para fazer frente aos desafios, aos perigos e ameaças de um mundo novo, cada vez mais desigual, egoísta e perigoso, com afrontamentos diversos ao longo dos mais dos treze mil quilómetros das fronteiras externas.

Mas a UE da solidariedade, implicou também a ajuda a povos, outros, que infelizmente não foram poupados à ambição, à violência apenas motivada pela sôfrega ganância das suas matérias primas, ou do interesse geo-estratégico de alguns poderes.

Dir-se-á que se repete, que se repetiu a história, particularmente ao longo das duas últimas décadas, o assalto a territórios cujo subsolo ou interesses políticos e económicos motivaram a intromissão externa. 

Finda a guerra fria, rápidamente os habituais guerreiros da democracia se levantaram em armas para acudir aos infelizes povos que, estando em paz, viviam sob regimes mais ou menos autoritários e sobretudo ditatoriais.

Mas a democracia impunha-se.

E, à pala, de umas quantas mentiras, que por insistentes, passaram a verdades, pelo menos temporáriamente, impôs-se a democracia pelo cano dos obuses, pelo julgamento kafkiano e sequente enforcamento de uns, e de outros, pelo bárbaro assassinato em plena rua, em fuga, pelas hordas revolucionárias de uma qualquer Primavera.

Aqueles que meses antes eram recebidos em diversos Estados desta nossa UE, com pompa e circunstância, com tendas montadas junto ao mar, com recepções elegantes, até carregadas de servilismo por parte dos anfitriões, servindo chá e salamaleques, ou melhor dizendo "salam'alaik", foram rápidamente esquecidos porque, se já não serviam, deitavam-se fora.

E foi assim.

E, foi também assim vista a bela Roma eterna e mãe que, em 25 de Março de 2017, se encontrava fechada, sitiada, desconfiada que algo estranho ou perigoso pudesse ocorrer e estragar a premonitória "festa" dos convivas cujos rostos sérios, de apreensão e tristeza, apenas auguravam o fim triste que se avizinha.

Mas não obstante, firmaram, selaram com as suas decisivas canetas, mais um contrato de boa continuidade e esperança, logo após os fastidiosos discursos de Tusk e Juncker, ambos insistindo na boa unidade, na manutenção e salvaguarda das elites a que pertencem e não pretendem deixar de pertencer. Nem permitir qualquer intromissão desses quantos milhões, de quem se servem mas cujas reprovações não consentem. 

E Roma continuou o seu dia.

Para trás, deixou a nomenklatura a franqueza das suas próprias declarações de 5 de Março...

"Nós agiremos concertadamente, se necessário com ritmos diferentes e com uma intensidade diferente, mas avançando na mesma direcção, como temos feito no passado, conforme os Tratados, mas sempre deixando a porta aberta a todos aqueles que desejem juntar-se a nós mais tarde. A nossa união é una e indivisível."

Indivisível ?!... sim. A nomenklatura NÃO SE DIVIDE.

Não se divide nem entende, jamais entenderá porque estamos fartos.

Estamos fartos, enjoados, we are all fed up... we had enough. Nous en avons assez...On en a marre...

Vamos então ser sérios. 

Não entende que, quinhentos milhões de seres, quase todo um continente, berço de todo o engenho humano ou quase todo, não quer mais ficar à mercê de um bando, tantas vezes ridículo de autocratas, funcionáriozecos presunçosos e convencidos de possuir a ciência e a verdade das coisas, que se abastecem de riqueza e serviços. 

Ignorando as gentes, mentindo, ofendendo, prometendo, falseando, ameaçando e destruindo tudo o que é, foi o grande desígnio de um raro e histórico conjunto de povos e nacões, que se quiseram diferentes, porém determinados a ficar unidos em progresso e em paz.

Não entendem. Jamais entenderão o artº 50º do Tratado de Roma. Temos pena... muita pena.

António Ventura
Roma, 29 de Março de 2017













sábado, 4 de fevereiro de 2017

A Conferência de Imprensa e os Direitos, Liberdades e Garantias

Ninguém que me conheça ou me haja lido, nas prosas modestas que alguma vez vim debitando, ignora as minhas convicções políticas. Talvez mesmo, auto-caracterizando-me muitas vezes como um perigosíssimo radical de esquerda. É assim. Fruto de muita vida vivida, de um olhar que procuro atento, isento, descomprometido e sempre tentando o uso da mais clara honestidade moral e intelectual, sem origens nessas ondas é bem certo, a não ser a adolescência passada na “sinistra rive gauche” de que me orgulho.

Ninguém que me haja lido, por aqui ou em http://desventuralusitana.blogspot.pt/ lá pelos idos de 2011, poderá ignorar quanto crítico fui, quanta crítica me mereceu “José”.

Era tanta a vontade de lhe dizer coisas que, em época mais tormentosa lhe escrevinhei as “cartas a José”, satisfazendo assim o ego, realizando dessa forma a minha vingança de lhe botar na cara as minhas preocupações. Lançando-lhe para cima a raiva e o sentimento do leão ferido que quase já não se levantava.

E o tempo mata a lembrança. O tempo mata, esquece, perdoa, vinga, contempla e até honra alguns aqueles que alguma vez atravessaram a ponte ao mesmo tempo que nós.

Foi assim com José. Com ele, juntos, atravessámos um longo período da minha e da sua vida. Da nossa vida colectiva também.

De tantas que à época lhe disse, escrevendo sem que, provavelmente me haja lido sequer uma vez, muitos milhares mais lhe haveria de ter dito.

Fica-me porém o reconhecimento dos muitos milhares de feitos, históricos, representação política elevada e decisões que em muito alteraram a nossa vida nacional para sempre. Ninguém é perfeito.

O seu legado não está porém isento das culpas que sempre carregam qualquer sujeito e a sua actuação política. 

José está para durar…

Não. Não é o populismo que sempre o caracterizou que, regressando agora aos écrans das televisões, me fazem mudar de opinião.

Ele é um personagem que quer queiramos quer não, marcou e continuará a marcar a imagem política do Portugal moderno. Em crise permanente sim, em crises sistémicas desde há mais de um século. Mas a sua notoriedade, capaz de catalizar, mobilizando toda a comunicação social em qualquer momento que queira, decida explicar, essa é inquestionávelmente indubitável.

Foi assim em 3 de Fevereiro de 2017, ontem exactamente na conferência de imprensa.

E se a notoriedade, é inquestionável, também o foi, qual Trump Lusitano, surpreendentemente alegórica a discriminação em directo de um “jornalista” de um certo canal que não teve direito a perguntar.


José não teve direito a “directo” nas perguntas e respostas dos jornalistas, na conferência de imprensa. Uma lástima. A intoxicação está em todo o ar que respiramos. 

Não merecemos mais nem melhor.

Talvez porque “há outros Trumps ocultos, maquiavélicos, e que só não são tão perigosos porque não são presidentes dos EUA”.